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Shielo - Review

por Inês, em 28.08.11

Como já podem ter reparado, tenho vindo a fazer reviews de produtos pouco vistos em portugal ou por arredores. Porquê? Porque quero-vos dar a conhecer novas marcas e, neste caso, uma nova marca de cabelo: a Shielo :)

Há 3 gamas (por dentro da marca): Color protect (para cabelos pintados), Volume, Antioxidant, Anti aging (anti idade) e Hidrate. A que ando a usar é a hidrate porque é a única que corresponde às necessidades do meu cabelo.

A encomenda veio de Nova Iorque e chegou super rápido! Recebi um champô e um condicionador. Dentro da gama havia também um spray, que estou também super curiosa para experimentar :D

Resumidamente, gostei muito do champô porque tem um cheiro fantástico e a hidratação corresponde ao prometido. O condicionador tem o mesmo cheiro e também hidrata mesmo o cabelo. Se querem uma hidratação profunda e o cabelo bastante sedoso aconselho! 

Apesar de não serem os meus produtos favoritos, serão aqueles que irei usar até acabarem porque de facto deixam o meu cabelo mesmo como eu gosto! 

Para as meninas interessadas, a marca está com desconto, o que quer dizer que este champô está a 15.74$ e o condicionador a 17.99$ :)

 

 

 

A imagem não é minha! Pertence a este blog [X]

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publicado às 12:50


24 comentários

De Nó a 28.08.2011 às 22:45

"- Lê.
Ivan fitou-me e começou, virando antes uma página:
- "Contesta qualquer coisa, mas não contestes a tua própria natureza."
- Isso é bonito - disse, com exagerada simplicidade.
- Isso é verdade – corrigiu-me.
- Isso significa exactamente o contrário daquilo que me tentas provar. Se eu não contestar a minha própria natureza, nunca saberei se tenho ou não tenho alma.
- O facto de teres, ou não teres alma, em nada se aplica a esta frase, porque esse dilema não se trata de uma questão, mas sim de um dado adquirido, quando eu te digo que tens alma – disso com um grande nível de prepotência.
Suspirei, deixando-me cair novamente a cabeça no almofadado braço do sofá e ele remeteu-se novamente ao silêncio do seu livro, mordiscando a fatia de pão, até ela se reduzir a meras migalhas.
Assim que o pão desapareceu da sua máscula mão, fechou o pesado livro cor de fogo, num som seco, e fitou-me, parecendo que estudava cada uma das linhas do meu flexuoso corpo.
- Precisas de roupa – anunciou, como se um comunicado estivesse a fazer.
Olhei-o boquiaberta, sem saber como reagir. Limitei-me a acenar.
Levantou-se num movimento simples e dirigiu-se até à porta, sendo apenas interrompido pelo som da minha macia voz.
- Vou buscar-te roupa – disse, com uma estranha simplicidade. – Ficas bem sozinha?

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